Por: Nayara Melo
domingo, 16 de setembro de 2012
( Sem título )
Por: Nayara Melo
domingo, 12 de agosto de 2012
A Profissão dos Pais
Pai médico, pai engenheiro.
Está sempre conosco, a vida e o tempo inteiro.
Pai pintor, pai pedreiro.
Está sempre conosco, a vida e o tempo inteiro.
Pai pintor, pai pedreiro.
Colorindo nossa vida, construindo o respeito.
Pai ator, pai jornalista.
Nos ensaiando para a vida, nos apresentando a alegria
Pai músico, pai professor.
Ensinando a harmonia, nos mostrando a biologia.
Pai amigo, pai consciente.
Independente da profissão está sempre presente.
Seja lá qual for a profissão do seu pai
Todos eles merecem, um Feliz Dia dos Pais
Will Albuquerque - www.cadernodecolunas.com
Pai ator, pai jornalista.
Nos ensaiando para a vida, nos apresentando a alegria
Pai músico, pai professor.
Ensinando a harmonia, nos mostrando a biologia.
Pai amigo, pai consciente.
Independente da profissão está sempre presente.
Seja lá qual for a profissão do seu pai
Todos eles merecem, um Feliz Dia dos Pais
Will Albuquerque - www.cadernodecolunas.com
domingo, 10 de junho de 2012
Ociosidade?
"Ócio. Ó-cio. S.m.: O não fazer nada. Tempo de que se pode dispor; descanso, repouso; vagar. Preguiça, vadiagem. Ociosidade."
Estou vivendo em dias intensamente ociosos. "O não fazer nada", como já dissera o dicionário, é o exercício mais desgastante que meu corpo pudera fazer nos últimos tempos. Minha mente está cansada e todo o resto não consegue suportar sozinho o peso nos ombros. O momento não está sendo fácil. Viver anda exigindo muito de mim. Dormir, que sempre fora uma perda de tempo pra alguém como eu, tornou-se o refúgio. O silêncio grita. A calma não vem.
"Tempo que se pode dispor; descanso, repouso". Não. Definitivamente não. O tempo que era pr'eu poder dispor para algo útil e revigorante, o ócio usa-o exclusivamente pra ele. Me prende, me mantém no estável e eu não consigo descanso. É como me agasalhar e ainda assim ter os pés e mãos congelando. Como parar de correr e não conseguir recuperar o fôlego. Como cair sem ao menos ter levatado completamente.
"Vagar". Talvez a única das definições em que me encaixo. Vivo uma busca interminável por tentar fazer algo que seja percebido, ser alguém reconhecido por alguma coisa boa que fez. Mas não... O mundo até me permitiria esse tipo de coisa, mas a podridão que se esconde por trás das pessoas é demais pra mim. Um sobrepeso superficial. Aprendi que ninguém nunca está como gostaria. A vida vai sempre "indo" como tem que ir. Responder pra alguém que tá tudo bem, é apenas um jeito de fingir que se lida perfeitamente com a dificuldade que é manter-se vivo. Quem me ensinou isso, hoje não está mais ao meu lado. Tudo por causa da podridão e o cheiro de esgoto que eu mesma tinha dentro de mim e não percebi. Agora é isso que me faz vagar. Atrás de maneiras para trazer tudo o que me faz bem de volta, um modo de recuperar a essência natural da minha alma...
"Preguiça, vadiagem". Exato! Tenho preguiça até mesmo de ver a disposição que as pessoas têm com a vida. O vai-e-vem rotineiro que todo mundo exerce esgota minha paciência de estar sentada observando tudo. Exagero? Talvez. Mas há dias não sei o que é distração. Anda tudo complicado, sabe? Meus limites estão sendo esgotados, erros passados estão dando tapas na minha cara. Dói. Eu tento esquecer. Tento fazer acreditarem em mim e todo mundo insiste em "cutucar a ferida". Deveria ter lembrado que ninguém vai querer facilitar as coisas; Talvez assim eu conseguisse lidar um pouquinho melhor com toda essa pressão. Mas não... Infelizmente as coisas estão longe de funcionarem como deveriam.
"Ociosidade". É isso.
- Karla Reis.
Olá, galera! Faz tempo que ninguém posta nada aqui, não? Vim refrescar um pouco o blog e tirar as teias de aranha com o meu texto mais recente. Acho que uma coisa tão fofinha assim não pode ficar esquecida, né? Se existe algum leitor fantasma aí, não custa nada dar as caras e chamar os amigos, né? Venham! ♥
Beijos.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Muito tempo que eu não venho aqui, mas ok, antes tarde do que nunca! :]
E adivinhem de quem vai ser o texto? CAIO FERNANDO ABREU! O meu divo eterno, hehehe *-*. Vamos lá, espero que gostem.
Me desculpe, mas eu não acredito no amor. Eu até queria acreditar, mas a vida vem me obrigando a fazer o contrário. Quando eu acreditei que seria sincero, acabei me deparando com o que costumo chamar de “decepção” ou “tapa na cara”. Sabe aquela escorregada que você precisa dar pra aprender a levantar? Então, é disso que estou falando. E tem sido assim. Não acredito no amor, não acredito nas pessoas, não acredito em mim. As pessoas não gostam de você pelo o que você é, elas gostam pelo o que você pode oferecer a elas. Costumam chamar de “desilusão” quando descobrem que o que queriam, você não pode dar e te descartam como objetos. Então, pergunto a mim mesma: o que move o mundo, o desejo de parecer ou o desejo de ter? Indago-me algumas vezes, percebo que sou incapaz de compreender. Ao menos sei que o que move o meu mundo é o desejo de ser, ser alguém que ama e acredita, confiante, que é amado. Mas, por enquanto, continua sendo apenas um desejo.
Caio F. Abreu.
Muito tempo que eu não venho aqui, mas ok, antes tarde do que nunca! :]
E adivinhem de quem vai ser o texto? CAIO FERNANDO ABREU! O meu divo eterno, hehehe *-*. Vamos lá, espero que gostem.
Me desculpe, mas eu não acredito no amor. Eu até queria acreditar, mas a vida vem me obrigando a fazer o contrário. Quando eu acreditei que seria sincero, acabei me deparando com o que costumo chamar de “decepção” ou “tapa na cara”. Sabe aquela escorregada que você precisa dar pra aprender a levantar? Então, é disso que estou falando. E tem sido assim. Não acredito no amor, não acredito nas pessoas, não acredito em mim. As pessoas não gostam de você pelo o que você é, elas gostam pelo o que você pode oferecer a elas. Costumam chamar de “desilusão” quando descobrem que o que queriam, você não pode dar e te descartam como objetos. Então, pergunto a mim mesma: o que move o mundo, o desejo de parecer ou o desejo de ter? Indago-me algumas vezes, percebo que sou incapaz de compreender. Ao menos sei que o que move o meu mundo é o desejo de ser, ser alguém que ama e acredita, confiante, que é amado. Mas, por enquanto, continua sendo apenas um desejo.
Caio F. Abreu.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Infiéis.
Como um charuto apagado pelas ondas do vento, sinto-me fosco. Desde quando cortaram meus sonhos pela raiz, o amargo doce de meus lábios se acostumaram a proclamar palavras baixas, com significados um tanto maléficos.
As pessoas destroem seus sonhos, para começarem a acreditar nos delas. Acostume-se.
E quanto aos meus sonhos, posso apenas dizer que os perdi, para pessoas que ser quer me conhecem bem. É sempre assim: Você as conhece, conta-lhe coisas sobre sua vida, confia ... e depois, é rapidamente traído. É uma velha rotina: Você nasce e começa a ter coleguinhas na escola. Depois, começa a conhecer várias pessoas na adolescência e deposita nelas suas dores e alegrias, confia como se fosse a última do mundo, da apoio nas horas difíceis, sai pra baladas e barzinhos e na primeira oportunidade, matam-nos com um veneno curto, mas eficiente.
Nos encantados sorrisos das pessoas, elas escondem os mais diversos pecados carnais. Pessoas traem e não se importam com o sentimento de outras.
Um conselho: Se puder acreditar em demônios, acredite. Eles os leva para o inferno com uma rosa e depois faz você queimar e virar cinzas. As pessoas, oferecem-lhe borboletas para então cortarem suas asas e deixa-las sofrendo, tentando voar. Mas a grande diferença, é que as pessoas dizem amar e demônios, não.
Alisson Campos. (@alisoncammpos)
As pessoas destroem seus sonhos, para começarem a acreditar nos delas. Acostume-se.
E quanto aos meus sonhos, posso apenas dizer que os perdi, para pessoas que ser quer me conhecem bem. É sempre assim: Você as conhece, conta-lhe coisas sobre sua vida, confia ... e depois, é rapidamente traído. É uma velha rotina: Você nasce e começa a ter coleguinhas na escola. Depois, começa a conhecer várias pessoas na adolescência e deposita nelas suas dores e alegrias, confia como se fosse a última do mundo, da apoio nas horas difíceis, sai pra baladas e barzinhos e na primeira oportunidade, matam-nos com um veneno curto, mas eficiente.
Nos encantados sorrisos das pessoas, elas escondem os mais diversos pecados carnais. Pessoas traem e não se importam com o sentimento de outras.
Um conselho: Se puder acreditar em demônios, acredite. Eles os leva para o inferno com uma rosa e depois faz você queimar e virar cinzas. As pessoas, oferecem-lhe borboletas para então cortarem suas asas e deixa-las sofrendo, tentando voar. Mas a grande diferença, é que as pessoas dizem amar e demônios, não.
Alisson Campos. (@alisoncammpos)
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Ao moço bonito.
Moço, é normal se sentir perdida e não ter vontade de nada? Com que frequência isso acontece? Vem cá… Isso tem cura, né? Olha, moço, me disseram uma vez que não é bom guardar as coisas por muito tempo, por isso preciso lhe dizer que estou inquieta. Estou com o coração inquieto, na verdade.
Sabe, é complicado descrever a sensação, mas posso afirmar que ela não me deixa confortável.
Ando ansiando muito pelas coisas, mas pouca vontade tenho de ir buscá-las. Isso é triste, moço, porque me ensinaram desde cedo que precisamos correr atrás do que nos faz bem.
Deve ser por isso que nascemos com pernas para correr e não com asas para voar. Estamos mesmo fadados a permanecer com os pés nos chão, não é mesmo? É, eu sempre soube.
Moço, também ando um pouco triste, desanimada e desorientada. Algum tempo atrás eu achava que tudo poderia ser superado com um sorriso e com otimismo. Não era fácil, mas eu estava decidida a continuar assim.
Ah, moço, a vida é tão injusta. Parece que o seu objetivo é nos derrubar para ver quem consegue se levantar. Quem se levantar ganha 10 pontos e assim segue o jogo. Ainda não encontrei nenhum vencedor, o que me deixa ainda mais preocupada.
Muita coisa anda acontecendo e eu não consigo acompanhar com tanta facilidade. Desisti de muitas coisas e agora estou presa à outras que me deixam assim, inquieta e preocupada. Será que meu caso é sério, moço?
É normal se sentir tão ruim assim? É normal se sentir privada de correr atrás daquilo que nos faz bem ou daquilo que irá nos curar? Tô precisando de uma resposta, moço, mas ninguém parece saber.
A boa noticia é que eu ainda tenho fé. E ela continua forte. Assim como cada ideia bonita que acaba me roubando um sorriso. Todo mundo parece ter uma opinião e nem sempre são positivas. Nem sempre conseguem me confortar, por isso ando esperando alguma coisa da vida, mas ela insiste em querer fazer surpresa.
Tenho uma mania desgraçada de deixar as coisas como são, quando é preciso fazer de tudo para mudar. Ah, moço, eu apenas estou cansada. Estou cansada de esperar, cansada de querer, cansada de entender.
Acho que estou meio doente emocionalmente. Espero que não seja contagioso ou fatal.
O que eu mais quero mesmo é viver uma coisa de cada vez, sem essa pressa que todo mundo cria em cima de mim. Eu não sei como é que tanto eu transborda. Não é possível que caiba tanto eu aqui fora.
De todas as coisas, só quero saber umazinha, moço. Quando foi que nos tornamos tão desinteressados? Todo mundo se perde, eu sei, mas isso já virou rotina. Minha rotina.
A verdade, moço, é que não sabemos, não entendemos, não descobriremos nunca a razão de irmos do céu para o inferno em questão de segundos.
Para simplificar. Quero palavras para acalmar.
Deve ser por isso que nascemos com pernas para correr e não com asas para voar. Estamos mesmo fadados a permanecer com os pés nos chão, não é mesmo? É, eu sempre soube.
Moço, também ando um pouco triste, desanimada e desorientada. Algum tempo atrás eu achava que tudo poderia ser superado com um sorriso e com otimismo. Não era fácil, mas eu estava decidida a continuar assim.
Ah, moço, a vida é tão injusta. Parece que o seu objetivo é nos derrubar para ver quem consegue se levantar. Quem se levantar ganha 10 pontos e assim segue o jogo. Ainda não encontrei nenhum vencedor, o que me deixa ainda mais preocupada.
Muita coisa anda acontecendo e eu não consigo acompanhar com tanta facilidade. Desisti de muitas coisas e agora estou presa à outras que me deixam assim, inquieta e preocupada. Será que meu caso é sério, moço?
É normal se sentir tão ruim assim? É normal se sentir privada de correr atrás daquilo que nos faz bem ou daquilo que irá nos curar? Tô precisando de uma resposta, moço, mas ninguém parece saber.
A boa noticia é que eu ainda tenho fé. E ela continua forte. Assim como cada ideia bonita que acaba me roubando um sorriso. Todo mundo parece ter uma opinião e nem sempre são positivas. Nem sempre conseguem me confortar, por isso ando esperando alguma coisa da vida, mas ela insiste em querer fazer surpresa.
Tenho uma mania desgraçada de deixar as coisas como são, quando é preciso fazer de tudo para mudar. Ah, moço, eu apenas estou cansada. Estou cansada de esperar, cansada de querer, cansada de entender.
Acho que estou meio doente emocionalmente. Espero que não seja contagioso ou fatal.
O que eu mais quero mesmo é viver uma coisa de cada vez, sem essa pressa que todo mundo cria em cima de mim. Eu não sei como é que tanto eu transborda. Não é possível que caiba tanto eu aqui fora.
De todas as coisas, só quero saber umazinha, moço. Quando foi que nos tornamos tão desinteressados? Todo mundo se perde, eu sei, mas isso já virou rotina. Minha rotina.
A verdade, moço, é que não sabemos, não entendemos, não descobriremos nunca a razão de irmos do céu para o inferno em questão de segundos.
Para simplificar. Quero palavras para acalmar.
- Yasmin Back.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Apenas um sonho
Bom, é uma história que eu acabei de fazer, é um improviso, fiz porque não tinha nada para fazer KKK, deve ter MUITOS erros na escrita tenho certeza, mas... Vamos lá :)
Muitos vão me matar pelo final >.<
Apenas um sonho
Era uma vez uma menina muito linda, chamada Antonia ,dos cabelos castanhos, tinha os olhos mais brilhantes de todos! Tinha um corpo de dar inveja, todos os garotos os dejavam, mas ela só queria uma UNICA pessoa, ele se chamava Andy, um garoto alto, moreno dos olhos verdes, todas as garotas gostavam dele, mas ele não queria nada com nada, só queria saber de estudar, os garotos chamavam ele de gay pois dava fora em todas as garotas.
Num belo dia a professora forma duplas para fazer um trabalho em casa, e ela escolhe Andy e Antonia, ela ficou muito feliz.
Ela tinha arrumado a casa toda para poder receber seu amado, tinha colocado a melhor roupa, tinha passado seu melhor perfume. Quando de repente, toca a campainha. Ela respira fundo e vai! Quando ela vê, estava lá o garoto mais lindo, com um sorriso fechado, eles entraram, começaram a fazer o trabalho. Tinham acabado muito cedo então Antonia propõe assistir um filme que tinha baixado, chamado "A jovem rainha Vitoria", os dois assistiam atentamente, quando passou a cena do tiro, Antonia não se conteve, uma lagrima caiu, Andy a olhou, passou seu dedo sobre a lágrima que havia escorrido, Antonia deu risada da situação, Andy também, então ela disse "Olha como sou boba, chorando por causa de um filme" ela ri, então ele olha profundamente nos olhos dela e diz "Não é boba, Vitoria e Albert tem uma linda história, ele se atiro na frente de sua amada e disse que sempre irá ama-la até seu ultimo suspiro, e nada desse mundo iria separa-los", ele se aproximou de Antonia e deu um beijo em sua bochecha, ela ficou vermelha, continuaram assistir o filme, Andy pegou em sua mão e a beijou, ela deitou em seu peito e ficaram assim até o filme acabar.
Antonia tinha desejado esse momento desde que viu Andy pela primeira vez, toda vez que o via ficava relembrando do que eles tinham passado em sua casa, seu mundo parava, toda vez que ele chegava para poder falar com ela, ficava sem o que dizer, até gaguejava, o que Andy achava muito fofo.
Algumas garotas ficavam com raiva que Andy ficava falando com Antonia, pois não aceitavam que ele ficasse com ela e não com as outras, sempre dando fora nas garotas, as populares ficavam se perguntando "O que ele viu nela? É só mais uma morena! Do uma semana para eles acabarem", porem a Andreia, a popular estava certa. Andy iria viajar para o exterior. Antonia ficou com um buraco em seu coração, chorava todas as noites, queria Andy junto a ela, eles conversavam por webcam, mas isso não era a mesma coisa do que o calor do abraço dele, o cheiro dele, seus labios.
Antonia tinha se acabado, estava com seu cabelo sem brilho, estava palida, olheiras profundas! Seu unico remedio se chamava Andy, algumas colegas a dizia para esquece-lo pois ele poderia estar traindo-a, Antonia nem ligava. As colegas de Antonia estava erradas, ele sofria muito longe de Antonia, sentia o mesmo que ela, queria ela perto, mas, só voltava daqui um ano.
Um dia Antonia resolveu ir a uma praça que tinha uma lagoa, ficou lá observando tudo, as rosas, as flores que iriam crescendo, mas seu coração continuava o mesmo. Sentiu o cheiro de Andy, "Eu devo estar louca", ela pensou, ela fecha seus olhos por um minuto, e os abre, ela olhou para o lado e Andy estava lá
-Eu voltei para você!
Ela piscou várias vezes, e acordou em sua cama, tudo isso era um sonho! Na verdade Andy era o cara mais bagunceiro de todos os garotos, Andy usou Antonia varias vezes, mas o coração dela pertencia a Andy. Andy tinha dado muitos foras em Antonia, ela nunca desistiu dele, mas o que ela não sabia, o colega de Andy, Daniel, era louco por ela, odiava vê-la sofrer pelo cara mais idiota.
FIM!
sábado, 1 de outubro de 2011
Entristecidamente só.
Ele conseguiu com que eu acreditasse em suas palavras. Me contaminou com seu olhar e eu passei a entregar minha doce sede de viver em suas mãos. Seus olhares, de encontro aos meus, atordoavam minha mente e era encantador o poder que ele conseguia ter sobre mim. Um punhado de amor eu deixei escapar. Entreguei-me como os raios de sol se entregam a todo universo; sem limite. Fui apaixonada. Não tinha tempo nem hora pra estar junto dele. Minhas orações dedicavam-se totalmente a "mantenha-o perto de mim até que tivermos forças para respirar". Minha calma era controlada pelo prazer da sua presença. Não, eu não precisava de mais ninguém. Ele era meu refúgio da dor, meu súbto desejo realizado. Parei de sonhar e comecei a existir ao seu lado.
Soltei o mundo e segurei-o pela mão. Confiei meus suspiros à ele. Escondi meus segredos na confiança que ele exalava. Deixei de ser quem era e passei a ser quem ele queria que eu fosse. Fazia tudo por um sorriso dele. Um "Eu te amo". Apaixonei-me completamente. Até que um dia, acordei tilintando o olhar para o outro lado da cama, como sempre fiz e não encontrei ninguém. Assim, sem porquê, ele foi embora. Isso mesmo. Nenhum bilhete, nenhuma satisfação. Nada. Fiquei só, visimente destruída e abandonada. Um vago vazio tomou conta do meu interior. Meu coração voltou a bater lento como antes. E assim, iludida, eu fui deixada para trás. Trocada por uma tal felicidade. Tudo o que eu havia vivido até aquele momento não tinha sido de verdade. Foi como um amor comprado, falso. Um turbilhão de solidão caiu sobre mim.
Logo ele, que desde o início prometeu nunca me abandonar. Sempre dizia que ia dedicar os seus dias em busca da felicidade. Acho que foi isso. Talvez ele estivesse sobrecarregado demais pela "obrigação" de me levar junto de si. Fez por mim tudo o que pode, acredito eu. Seguiu o exemplo de Caio Fernando Abreu. Foi ser feliz, mas neste caso, não voltou.
- Karla Reis. (@karlarreis)
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